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Escolha pelo barter tem sido preferência para travar valor da safra

Escolha pelo barter tem sido preferência para travar valor da safra

 

  • A commodity é precificada e, ao final da safra, o agricultor faz a entrega do volume acordado em uma trading indicada pela Bayer

 

Variações nos preços das commodities e volatilidade do câmbio podem gerar insegurança de alguns agricultores no momento de planejar e prospectar os custos da safra. Para driblar estas incertezas, a Bayer disponibiliza o barter como opção para pagamento, ou seja, a troca de insumos por parte da produção. Esta é uma ferramenta que permite fixar os custos utilizando-se das perspectivas do mercado para o preço das sacas colhidas e ainda é uma alternativa para evitar altos juros mediante contratação de empréstimo bancário.

Como funciona o barter da Bayer:

A Bayer precifica a commodity e, ao final da safra, o produtor faz a entrega do volume acordado em uma localidade indicada pela empresa. Para essa operação, a organização conta com tradings (empresas que fazem compra e venda de commodities agrícolas) parceiras para o recebimento dos grãos trocados. Na prática, não há entrega direta à Bayer, mas a presença dos parceiros da organização em vários pontos do Brasil oferece comodidade ao agricultor.

Os agricultores têm investido constantemente em ganho de eficiência e tecnologia aplicada no campo. Estes resultados positivos foram obtidos com a expansão do agronegócio, possibilitando uma alavancagem no setor. Por conta disso, os recursos próprios ficaram retidos em terras e outros ativos, deixando-os expostos em ano de crédito mais restrito, como, por exemplo, a escassez de crédito que o Brasil sofre neste momento.

“Hoje, por exemplo, tanto a soja disponível quanto a soja futura apresentam cotações competitivas, portanto travar o custo por meio do barter é uma boa estratégia para obter mais segurança na rentabilidade, independente das variações de câmbio que são possíveis de ocorrer, por conta dos diferentes cenários que podemos ter pela frente.  a instabilidade e incerteza politica interna e externa que passamos atualmente é outro, fator que explica o motivo de muitos produtores terem aderido ao serviço cada vez mais cedo., aponta Henrique Salvador, coordenador de Barter da Bayer.

O custo com a safra pode ser “travado” em qualquer momento, mas o quanto antes houver conhecimento sobre os gastos e ganhos, melhora o gerenciamento da rentabilidade. Ao fazer o barter, o agricultor trava apenas parte da produção, correspondente aos seus gastos, e a variação da receita estará restrita ao resto da produtividade. “Com uma perspectiva de custo pré-fixada, ele tem tranquilidade para dedicar mais do seu tempo à lavoura, afinal, nosso objetivo em oferecer esse tipo de negociação é que nosso cliente, ao invés de se preocupar com financiamentos, possa se concentrar na produção de alimentos que é a sua expertise”, explica o executivo.

A Bayer entende que o barter é uma prestação de serviços, portanto não onera o preço em relação a outras modalidades de pagamento. Pelo contrário, para esta operação há vantagens reais, como, por exemplo, o não-pagamento de corretagem. O cliente somente terá custos caso venha a cancelar a operação antes da liquidação ou se a estrutura contratada incorrer em prêmio de opções, sendo este último financiado junto à dívida total. “É importante dizer que a prática do barter também pode ser feita para clientes de venda direta e via rede de distribuição e cooperativa. As culturas de soja, algodão, café e cana são as que mais demandam a operação”, pontua Salvador.

A companhia atua com barter desde o ano 2000, sendo uma das precursoras desta modalidade entre os fornecedores de insumos, principalmente, por considerar esta ferramenta de suma importância para o agronegócio brasileiro como meio alternativo de financiamento no campo. Além disso, a empresa entende que, ao proteger a rentabilidade do produtor, está contribuindo para a sustentabilidade do agronegócio, gerando prosperidade para ambas as partes.

 

 

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