Sistema FAEP/SENAR
A CASA DO PRODUTOR RURAL NA CIDADE

Revista

Agrícola Estrela

Dia de Campo apresenta soja em quatro épocas de plantio

Dia de Campo apresenta soja em quatro épocas de plantio

Uma grande variedade de opções de soja fez do Dia de Campo da Agrícola Estrela 2018, ocorrido em 8 de março na Fazenda Estrela (Guarapuava), uma das melhores edições do evento na avaliação dos organizadores. A empresa, que comercializa sementes, trouxe estações de empresas como Brasmax, Embrapa, Fundação Meridional, Fundação Pró-Sementes, Syngenta e DuPont Pioneer. Foram apresentadas cultivares semeadas em quatro épocas: 16 de outubro, 9 de novembro, 23 de novembro e 8 de dezembro. Compareceram para conferir as tecnologias produtores rurais e técnicos. Os visitantes puderam ouvir dos representantes das empresas comentários sobre as principais características de cada material.

À frente da organização, o agropecuarista Josef Pfann Filho explicou à REVISTA DO PRODUTOR RURAL o conceito do evento: “A idéia deste dia de campo é tentar fazer um ajuste fitotécnico em termos de densidade e buscar o melhor cultivar para cada época de plantio”. Outro objetivo, contou, foi “buscar cultivares que tenham alto potencial produtivo, talvez de ciclo mais curto, que possam reduzir os custos com a aplicação de fúngicos, contra a ferrugem e assim por diante”.

Ao conversar com a REVISTA DO PRODUTOR RURAL, ele antecipou que já era possível antever um quadro positivo do desempenho dos materiais: “Depois do Dia de Campo, já fizemos a colheita de algumas parcelas com resultados altamente interessantes”. Pfann Filho ressaltou também o que considera outro ponto importante: o local do evento não era uma área preparada especialmente para que os materiais alcançassem seu máximo potencial produtivo. “Vale a pena lembrar que é um campo de plantio normal. Não tem super adubação, porque a idéia é que seja representativo da realidade do produtor”, comentou.  

Sobre comparecimento de produtores ao Dia de Campo, Pfann Filho disse que superou expectativas: “Tivemos um público acima de 80 pessoas, o que numa época dessas é difícil, porque muita gente já está lidando com colheita, alguns com plantio de feijão e silagem”. O agropecuarista enfatizou ser necessário, para quem produz no meio rural, continuar participando dos dias de campo em geral, já que sempre há o que aprender. Ele recordou que no centro-sul paranaense, devido à altitude, esta é uma necessidade ainda maior: “Nossa região é de altitude. Diferente da grande parte do Brasil”, argumentou.

Ele acrescentou que o mais interessante, a seu ver, é que o evento não se encerrou ao final da programação daquele dia, mas se completou com a divulgação dos resultados, que ocorreu entre o final de abril e o início de maio, quando os números foram enviados aos participantes.

 

Veja também

Revista do Produtor Rural ed 113

Revista do Produtor Rural ed 113

Revista do Produtor Rural ed 112

Revista do Produtor Rural ed 112

Revista do Produtor Rural ed 111

Revista do Produtor Rural ed 111

Revista do Produtor Rural ed 110

Revista do Produtor Rural ed 110

Revista Visual ed. 109

Revista Visual ed. 109

Revista do Produtor Rural ed 108

Revista do Produtor Rural ed 108

← Voltar para Revista