Sistema FAEP/SENAR
A CASA DO PRODUTOR RURAL NA CIDADE

Revista

CTP: tecnologias para soja e milho

CTP: tecnologias para soja e milho

Um evento direcionado a produtores rurais e realizado pela segunda vez em Guarapuava voltou a apresentar tecnologias e a debater o custo-benefício de sua utilização para soja e milho. De 20 a 22 de março, numa propriedade rural nas proximidades do distrito de Palmeirinha, o CTP do Grupo Pitangueiras mostrou parcelas de cultivares e híbridos, enfocando manejo de doenças e de plantas daninhas, tratamento de semente e plantabilidade, entre outros assuntos. Dois convidados também palestraram: os agrônomos Aroldo Marochi (AgroMarochi Pesquisa Agrícola) e José Luiz Buss (Siembra Assessoria Agropecuária). A programação se completou com a presença de estações de empresas parceiras do Grupo Pitangueiras, como Bayer, Nidera Sementes, HO Genética (Sementes), Agrichem, MIM Fertilizantes, Caltim Fertilizantes e Dekalb.

Engenheiro agrônomo e gerente de Marketing no Grupo Pitangueiras, Marcelo Scutti detalhou em entrevista o conceito do evento, explicando que a tecnologia dos insumos e manejos não aumenta o teto máximo de cultivares e híbridos, mas é importante porque contribui para que o produtor se aproxime mais daquele patamar. “Hoje existem materiais de soja com potencial produtivo acima de 120, 130 sacos por hectare e as médias do Paraná não chegam a 60 sacos. Milho também já tem materiais com potencial de 18 mil quilos por hectare. O nosso produtor, quando colhe bem, colhe 12 mil quilos”, comentou.

Também em entrevista, José Luiz Buss explicou o tema de suas explanações: “A nossa passagem aqui foi para falar sobre plantas daninhas e a importância que elas estão tomando na cultura da soja. Plantas daninhas complicam a vida do produtor rural, inviabilizam lavouras. Eu diria assim que é até uma questão de segurança alimentar”.

Aroldo Marochi disse ter analisado também a situação da safra de verão (2017/2018). “Conversamos muito sobre a questão que os produtores tiveram este ano com relação ao problema sério de esclerotínia. Direcionamos, falamos da importância de um bom sistema de manejo. Não é apenas produto que vai resolver. É preciso intercalar vários sistemas, desde o uso dos biológicos, coberturas, sistema, população de plantas, espaçamento, tratamentos de sementes”, disse.  

Um dos participantes, o produtor André Luiz Valcanaia Moss, de Guarapuava, avaliou positivamente o CTP: “Acredito que este evento, assim como o do ano passado, é bem favorável para o nosso setor”. O assunto de seu maior interesse foram as doenças: “A ferrugem asiática sempre é um tema bem abordado. Neste ano, foi dado um enfoque bem grande para ela, em associação ao mofo branco, que acho que foi a doença que teve maior destaque aqui na região”.

Além de Guarapuava, o Grupo Pitagueiras também realiza o CTP em Ponta Grossa e em Arapoti para os produtores rurais daquelas duas regiões.

Veja também

Revista do Produtor Rural ed 113

Revista do Produtor Rural ed 113

Revista do Produtor Rural ed 112

Revista do Produtor Rural ed 112

Revista do Produtor Rural ed 111

Revista do Produtor Rural ed 111

Revista do Produtor Rural ed 110

Revista do Produtor Rural ed 110

Revista Visual ed. 109

Revista Visual ed. 109

Revista do Produtor Rural ed 108

Revista do Produtor Rural ed 108

← Voltar para Revista